terça-feira, 21 de junho de 2011

Convite para jantar

Esse é um post longo, mas eu tinha que mostrar aqui um email que recebi e achei muito engraçado. Acredito que algumas pessoas até já conheçam.

JANTAR COM A MULHER

Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas. O que venho contar aqui hoje é mais dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam. O que se passa nos bastidores.

Você, mulher, está flertando um Zé Ruela qualquer. Com sorte, ele acaba te chamando para sair. Vamos supor, um jantar. Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo 'Vamos jantar amanhã?'. Você sorri e responde, como se fosse a coisa mais simples do mundo: 'Claro, vamos sim'.
Começou o inferno na Terra. Foi dada a largada. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar em tudo que tem que fazer para estar apresentável até lá. Cancela todos os seus compromissos canceláveis e começa a odisséia. Evidentemente, você também pára de comer, afinal, quer estar em forma no dia do jantar e mulher sempre se acha gorda. Daqui pra frente, você começa a fazer a dieta.

Primeira coisa: fazer mãos e pés. Quem se importa se é inverno e você provavelmente vai usar uma bota de cano alto? Mãos e pés tem que estar feitos - e lá se vai uma hora do seu dia.
Uma vez um infeliz me levou para um restaurante japonês daqueles em que tem que tirar o sapato para sentar naqueles tatames. Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cracuda, esmalte semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon! Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever que te obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito, melhor fazer mão e pé.

As mais caprichosas, além de fazer mão e pé, ainda fazem algum tratamento capilar no salão: hidratação, escova, corte, tintura, retoque de raiz, etc. Eu não faço, mas conheço quem faça. Ah sim, já ia esquecendo. Tem a depilação. Essa, os homens não podem nem contestar. Quem quer sair com uma mulher não depilada, mesmo que seja apenas para um inocente jantar? Lá vai você depilar perna, axila, virilha, sobrancelha etc, etc. Mulher sofre! E lá se vai mais uma hora do seu dia. E uma hora bem dolorida, diga-se de passagem.

Dia seguinte.É hoje seu Grande Dia. Quando vou sair com alguém, faço questão de dar uma passada na academia no dia, para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão. Não, não é para emagrecer, é para deixar meu bumbum e minhas pernas enormes e durinhas (elas ficam inchadas depois de malhar).

Geralmente, o Zé Ruela não comunica onde vai levar a gente. Surge aquele dilema da roupa. Com certeza você vai errar, resta escolher se quer errar para mais ou para menos. Se te serve de consolo, ele não vai perceber.Alias, ele não vai perceber nada. Você pode aparecer de Armani ou enrolada em um saco de batatas, tanto faz. Eles não reparam em detalhe nenhum, mas sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê). Mas, é como dizia Angie Dickinson: 'Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens'. Não tem como, a gente se arruma, mesmo que eles não reparem.

Escolhida a roupa, com a resignação que você vai errar, para mais ou para menos, vem a etapa do banho. Depois do banho e do cabelo, vem a maquiagem. Nessa etapa eu perco muito tempo. Lá vai a babaca separar cílio por cílio com palito de dente depois de passar rímel.

Depois vem a hora de se vestir. Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. É sério, no dia anterior o corpo estava lindo e no dia seguinte... PORCA! Não sei o que é (provavelmente nossa imaginação), mas eu juro que acontece. Muitas vezes você compra uma roupa para um evento, na loja fica linda e na hora de sair fica horrível. Se for um desses dias em que seu corpo está assim e o espelho está de sacanagem com a sua cara, é provável que você acabe com um pilha de roupas recusadas em cima da cama, chorando, com um armário cheio de roupa gritando 'EU NÃO TENHO ROOOUUUUUPAAAA'. O chato é ter que refazer a maquiagem.

E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o jantar lacrada a vácuo. Se espirrar a calça perfura o pâncreas.

Ok, você achou uma roupa que ficou boa. Vem o dilema da lingerie. Salvo raras exceções, roupa feminina (incluindo lingerie) ou é bonita, ou é confortável.Você olha para aquela sua calcinha de algodão do tamanho de uma lona de circo. Ela é confortável. E cor de pele. Praticamente um método anticoncepcional. Você veste a calcinha. Aí bate a culpa. Eu sinto culpa se ando com roupa confortável, meu inconsciente já associou estar bem vestida a sofrimento. Vai que no restaurante tem uma escada e eu tenho que subir na frente dele... se ele olhar para essa calcinha, broxará para todo o sempre comigo..Você tira a sua calcinha amiga e coloca uma daquelas mínimas e rendadas, que com certeza vão ficar entrando no bumbum a noite toda. Melhor prevenir.

Os sapatos. Vale o mesmo que eu disse sobre roupas: ou é bonito, ou é confortável. Geralmente, quando tenho um encontro importante, opto por UMA PEÇA de roupa bem bonita e desconfortável, e o resto menos bonito mas confortável. Com certeza me vai ser exigido esforço da parte comprometida pelo desconforto. Exemplo: Vou com roupa confortável e sapato assassino.

Certeza que no meio da noite o danado vai dizer: “Sei que você adora dançar, vamos sair para dançar!” Eu tento fazer parecer que as lágrimas são de emoção.

Uma vez, um sapato me machucou tanto, mas tanto, que fiz um bilhete para mim mesma e colei no sapato, para lembrar de nunca mais usar!. Porque eu não dei o sapato? Ora... me custou muito caro. Posso não usá-lo, mas quero tê-lo. Eu sei, eu sei, materialista demais. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito coco para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica.

Agora imaginem vocês, se depois de tudo isso, o danado liga e cancela o encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos deixar para semana que vem?'.Gente, não é má vontade ou intransigência, mas eu acho inadmissível uma coisa dessas, a menos que seja algo muito grave! Eu fico indignada em alto grau!
Claro, na cabecinha deles não custa nada mesmo, eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro deles. Se eles soubessem o trabalho que dá, o estresse, o tempo perdido... nunca ousariam remarcar nada.Vem me buscar de maca e no soro, mas não desmarque comigo! Até porque, a essas alturas, a dieta radical do queijo está quase te fazendo desmaiar de fome, é questão de vida ou morte o jantar!

NÃO CANCELEM ENCONTROS A MENOS QUE TENHA ACONTECIDO ALGO MUITO, MUITO, GRAVE! DO TIPO...MORRER A MÃE OU O PAI TER UM AVC NO TRÂNSITO.

Supondo que ele venha. Ele liga e diz que está chegando. Você passa perfume, escova os dentes e vai. Quando entra no carro já toma um eufemismo na lata 'HUMMM... tá cheirosa!'. Ele nem sequer olha para a sua roupa. Ele não repara em nada, ele acha que você é assim ao natural. Eu não ligo muito, mas isso frustra algumas mulheres.

E se ele for tirar a sua roupa, grandes chances dele tirar a calça junto com a calcinha e nem ver. Pois é, minha amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no bumbum (que por sinal custou muito caro) para nada.

Para finalizar, quero ressaltar que eu falei aqui do desgaste emocional e da disponibilidade de tempo que um encontro nos provoca. Nem sequer entrei no mérito do DINHEIRO. Pois é, tudo isso custa caro.

Vou fazer uma estimativa muito por baixo, porque geralmente pagamos bem mais do que isso e fazemos mais tratamentos estéticos:

Roupa.. R$ 200,00

Lingerie.R$ 80,00

Maquiagem.R$ 50,00

Sapato.R$ 150,00

Depilação.R$ 50,00

Mão e pé..R$ 15,00

Perfume...R$ 80,00

Pílula anticoncepcional..R$ 20,00

Ou seja, JOGANDO O VALOR BEM PARA BAIXO, gastamos, no barato, R$ 500,00 para sair com um Zé Ruela.

Entendem porque eu bato o pé e digo que homem tem que pagar o jantar e o motel?

A gente gasta muito mais para sair com eles do que ele com a gente!

Por isto amigos, valorizem seu próximo encontro e aprendam um pouco mais, sobre este ser fantástico, chamado mulher.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Matheus, o matador de passarinho

Depois de acompanhar o "drama" da morte da formiguinha, vemos agora o desespero desse pobre menino ao constatar que ele se tornara um "assassino de passarinho"!
Comovente!!!

domingo, 19 de junho de 2011

Show Marcelo Camelo - EU FUI!!!

Primeiramente, queria me desculpar com vocês que sempre acompanham o EAM por ter me ausentado durante essa semana. Ficar longe do blog e de tudo o que ele representa é muito ruim, mas a correria que enfrentei nesses últimos dias realmente me impediu até de consultar e-mails, imaginem só se tive tempo de postar algo...

Explicações dadas, vamos agora a conteúdo de verdade, né!!! :D

Num post anterior, comentei sobre o show de Marcelo Camelo em Fortaleza. Nossa...o show foi espetacular! Apesar dos contratempos... afinal, minha vida é regida pela Lei de Murphy!!! Vejam só: eu cheguei cedinho (o horário que constava no ingresso era 19h, eu cheguei às 19h15min) e advinhem: o show mudou de local e de horário!!! Ao invés da Praça Verde, o show foi no órbita Bar. 

O novo local é bem menor e as chances de assistir ao show com, digamos, muito "calor humano" eram altas rsrsrs. Mesmo assim, eu tava disposta! Como cheguei muito cedo, fiquei conversando com uma amiga no CDMAC e começou a chover. Abrigamo-nos e esperamos dar a hora do show, só esquecemos que haveria uma fila gigante a enfrentar (#dãaaaa).  Mesmo assim, não me arrependi!

O show começou às 23h30min, com casa lotada, e o Marcelo interagiu bastante com o público, inclusive presenteando os fãs, não somente com lindas canções, mas também com duas samambaias. (tsc tsc)

Incrível como o show foi arrebatador. Ao contrário das megaproduções, balé e parafernalhas tecnológicas, Marcelo só precisa de um violão e da própria voz para emocionar. Mas não vou tirar o brilho e mérito da banda que o acompanhou e fez uma bela "cama" para as encantadoras canções. Uma das interpretações mais emocionantes foi da música "Santa Chuva":

Vai chover de novo,
deu na tv que o povo já se cansou de tanto o céu desabar,
E pede a um santo daqui que reza a ajuda de Deus,
mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim,

Vem cá que tá me dando uma vontade de chorar,
Não faz assim, não vá pra lá, meu coração vai se entregar à tempestade

Quem é você pra me chamar aqui se nada aconteceu?
Me diz, foi só amor ou medo de ficar sozinho outra vez?

Cadê aquela outra mulher?
Você me parecia tão bem,
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar,

Quem foi que te ensinou a rezar?
Que santo vai brigar por você?
Que povo aprova o que você fez?
Devolve aquela minha tv que eu vou de vez,

Não há porque chorar por um amor que já morreu,
Deixa pra lá, eu vou, adeus.
Meu coração já se cansou de falsidade.




Meus pés ficaram moídos, o "calor humano" foi inevitável mas o show valeu cada segundo!!! Música boa, ótima companhia e alegria extravasando pelos poros... não tem preço!
(Resguardadas as devidas proporções, fiquei imaginando como será o Rock in Rio... Divaguei muito, sonhando com o espetáculo titânico que provavelmente será o show do Coldplay....hummmmmmmmm!!!!)

P.S.: Poxa, galera.... eu até levei a câmera, mas como eu sou baixinha (e não tava usando meu salto 30cm, por motivos óbvios) não consegui nenhuma imagem realmente bacana do show...sniffff. Ah, sem contar que eu fiquei bem atrás do cara mais alto do show e que, ainda por cima, ostentava um suntuoso penteado black power (dá-lhe Lei de Murphy!!!).

domingo, 12 de junho de 2011

Especial Amor - Ciência Parte 2

Paixão
O impacto do início de um relacionamento causa a liberação de várias substâncias, principalmente de dopamina – relacionada à sensação de bem-estar e às dependências químicas. Isso quer dizer que a paixão ativa o sistema de recompensa do cérebro da mesma forma que a cocaína ou a jogatina.
O corpo encara esse turbilhão de sensações como um estresse positivo, mas não se sabe por quanto tempo: alguns estudos sugerem que essa fase dura no máximo seis meses. Outros, que pode chegar a quatro anos.
O certo é que, quando nos sentimos apaixonadas (e isso inclui toda aquela euforia e empolgação que conhecemos bem), uma série de aspectos fisiológicos melhora, como se o corpo quisesse aproveitar tudo intensamente. Nessa fase, nós ouvimos melhor, sentimos os odores com mais precisão e enxergamos as cores mais vivas.
Um dos trabalhos mais recentes, divulgado no final de 2010, mostrou que a paixão pode até reduzir a sensação de dor. Pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA, avaliaram 15 estudantes que viviam namoros de até nove meses. Atestaram que essa primeira fase do amor ativa a mesma área do cérebro acionada por analgésicos. E os voluntários realmente relataram menos dor quando olhavam fotos de seus amados. 
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Amor
Quem tem uma relação amorosa estável é mais resistente a doenças infecciosas, tem menos gripes e apresenta menos doenças endócrinas (como diabetes). Um estudo do Departamento Nacional de Estatísticas do Reino Unido apontou que homens solteiros de até 35 anos têm risco de morte 50% maior que os casados e que as solteiras têm mais doenças crônicas. “É como se o cérebro pensasse: ‘Vou liberar serotonina e dopamina em doses bem direcionadas e viver o máximo possível com quem amo’”, diz Monezi.
Um trabalho sueco publicado no British Medical Journal em 2009 avaliou quase 1.500 pessoas por 21 anos e mostrou que casais em uma relação estável são menos vulneráveis a um declínio cognitivo que pode levar à doença de Alzheimer.
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Separação
Um estudo amplamente divulgado em abril provou que se sentir rejeitado pelo parceiro ativa a mesma região do cérebro responsável pela sensação de dor física. Pesquisadores da Universidade Columbia, nos EUA, recrutaram 40 voluntários que haviam se separado no semestre anterior. Enquanto eles viam fotos de seus ex, aparelhos de ressonância magnética captavam imagens do cérebro deles. Depois, foi registrada a atividade cerebral enquanto seguravam uma xícara de café quentíssimo.
“Relações sociais são vitais para a sobrevivência. Quando uma termina, a dor pode funcionar como um alerta”, disse Ethan Kross, um dos autores do estudo. O trabalho, diz, também elucida por que idosos que foram casados por muitos anos relatam incômodos físicos após perder o parceiro.
Outra pesquisa americana, publicada em 2010 no Journal of Neurophysiology, mostrou que a dor da separação também aciona a região do cérebro ligada às dependências, podendo causar fissura como as drogas ou o cigarro. 
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Solidão
Nesse aspecto, a percepção subjetiva é mais importante. Viver sozinho não é ruim quando é uma opção. Mas não encontrar um companheiro e sempre pensar nisso com tristeza é danoso. A Organização Mundial da Saúde considera a solidão um fator independente de risco para agravamento de doenças. Pessoas sozinhas são mais propensas a ter problemas cardiovasculares e endócrinos, e alguns dados mostram que até a evolução do câncer é pior nessa parcela da população.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, avalia há vários anos os efeitos da solidão no organismo e já constatou que os solitários têm genes relacionados a inflamações mais ativos e menor resposta imunológica a viroses. “Quem tem companhia desenvolve a percepção de parceria, quer estar bem e junto o tempo todo”, afirma Monezi.
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Os males do amor platônico
“Trabalhamos com a hipótese de que os autores do Romantismo (movimento literário do século 19) morriam frequentemente de tuberculose não só porque a doença era comum mas também por causa do estado fisiológico em que viviam”, diz Monezi. “A tristeza diante da vida e das mulheres inatingíveis favorecia a liberação de cortisol e adrenalina, o que debilitava ainda mais um organismo já vulnerável pelas noites de boêmia e bebedeira.”
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Ciúme
Entre nossos sentimentos mais primitivos está o de territorialidade. O ciúme faz parte desse grupo e é o mais clássico deles. Em pequenas doses, é até saudável, já que deixa o casal atento à relação. Mas, quando ultrapassa o limite do bom-senso, pode causar transtornos psiquiátricos.
A psicóloga Andrea Lorena da Costa avaliou em sua tese de mestrado (defendida no fim de 2010, na USP) 96 pessoas divididas em três grupos: saudáveis, com ciúme excessivo e que sofriam de amor patológico. Costa, que trabalha no Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, constatou que os muito ciumentos apresentavam índices mais altos de depressão e agressividade. “São pessoas mais melancólicas. O ciúme traz um prejuízo nas relações, isso as deixa mal.”
Outros estudos apontam aumento de pressão arterial e problemas cardiovasculares a longo prazo, pela descarga crônica de adrenalina. Há ainda o risco de fobia social: por não suportar o ciúme, o cérebro cria aversão ao convívio com outras pessoas. 
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Sexo
Um dos mais extensos estudos já realizados sobre o efeito do sexo na saúde foi feito pela Queen´s University em Belfast, na Irlanda do Norte, com mil pessoas. A primeira fase, concluída em 1997, mostrou que quem tinha cem orgasmos por ano apresentou 36% menos chances de morrer do que quem não havia tido nenhum. Outros resultados dessa mesma pesquisa foram divulgados em 2001: transar três vezes por semana reduziria os casos de hipertensão arterial e derrubaria pela metade o risco de infarto ou de derrame. Isso porque a relação sexual frequente funciona como um exercício aeróbico: os batimentos cardíacos passam de 70 para 150 por minuto, e o corpo gasta até 200 calorias.
O sistema imune também melhora: outros estudos mostram que transar ao menos uma vez por semana eleva em 30% o nível de imunoglobulina A, um anticorpo relacionado às defesas do corpo contra gripes e resfriados. Há ainda a liberação da ocitocina, hormônio que aumenta os sentimentos de vínculo entre o casal e provoca relaxamento – o que faz com que o casal durma melhor.


Disponível em: http://revistacriativa.globo.com

Especial Amor - ciência

Vinicius de Moraes aconselhou seus leitores a amar, “porque nada melhor para a saúde do que amor correspondido”. Provavelmente o poeta não procurou nenhum dado acadêmico para afirmar isso, mas a recomendação tem embasamento científico: de fato, as emoções fazem com que o cérebro libere substâncias que afetam o funcionamento do corpo, o que pode trazer benefícios ou problemas físicos. “Quem ri e sente mais prazer tem melhor oxigenação do cérebro, o que ajuda na manutenção do tecido nervoso”, exemplifica Silvia Mitiko Nishida, biomédica e professora de neurofisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP).
Todos os sentimentos esbarram em nossos instintos de sobrevivência mais primitivos. O corpo é “programado” para se preservar e para buscar o prazer e defender-se do que faz mal. Nesse processo, a liberação de neurotransmissores é fundamental. “A diferença está na dose”, afirma o psicobiólogo Ricardo Monezi, especialista em medicina comportamental e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Quando o momento é bom, serotonina, dopamina e algumas endorfinas tratam de prolongar o prazer. Esses neurotransmissores estimulam a liberação, em doses equilibradas, de cortisol e adrenalina, hormônios que melhoram o sistema imune e os órgãos relacionados aos sentidos. Mas se a experiência é dolorosa, cortisol e adrenalina são jogados na corrente sanguínea em altas doses, preparando o corpo para o perigo. Com a exposição crônica e elevada a esses hormônios, há uma queda nas defesas do organismo e um aumento do risco de a pessoa desenvolver doenças metabólicas, como hipertensão.


Disponível em: http://revistacriativa.globo.com

Especial Amor - poemas

Ah, as palavras... podem ter o mel da sedução e, quando tramadas com paixão, fazem até o nariz de Bergerac parecer obra-prima de Pitanguy. Os poetas selecionados aqui são sugestões breves para encontros duradouros.

  • Luis Vaz de Camões
Não poderia faltar, né? Afinal é dele aquele que talvez seja o mais famoso dos poemas de amor, depois de Cântico dos Cânticos de Salomão.
Nessa semana, foi comemorado o Dia da Língua Portuguesa, que recebeu essa data -10 de junho- em homenagem a Camões, que faleceu em 1580.

Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;

é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor

nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

***
  •   Carlos Drummond de Andrade
Avesso a sentimentalismos e moderno, Drummond é o antirromântico por excelência. Mas ainda assim, era um apaixonado, como prova seu livro Amar se Aprende Amando (Record).

Como nos enganamos fugindo ao amor!
Como o desconhecemos, talvez com receio de enfrentar
sua espada coruscante, seu formidável
poder de penetrar o sangue e nele imprimir
uma orquídea de fogo e lágrimas.
Entretanto, ele chegou de mando e me envolveu
em doçura e celestes amavios.
Não queimava, não siderava; sorria.
Mal entendi, tonto que fui, esse sorriso.
Feri-me pelas próprias mãos, não pelo amor
que trazias para mim e que teus dedos confirmavam
ao se juntarem aos meus, na infantil procura do Outro,
o Outro que eu me supunha, o Outro que te imaginava,
quando - por esperteza do amor - senti que éramos um só.

Amiga, amada, amada amiga, assim o amor
dissolve o mesquinho desejo de existir em face do mundo
com olhar pervagante e larga ciência das coisas.
Já não defrontamos com o mundo: nele nos diluímos,
e a pura essência em que nos transmutamos dispensa
alegorias, circunstâncias, referências temporais,
imaginações oníricas,
o voo do Pássaro Azul, a aurora boreal,
as chaves de ouro dos sonetos e dos castelos medievos,
todas as imposturas da razão e da experiência,
para existir em si e por si,
à revelia dos corpos amantes,
pois já nem somos nós, somos o número perfeito:
UM
.

***
  • Vinícius de Moraes
Não dá pra esquecer do "que seja infinito enquanto dure", presente no Livro dos Sonetos (Companhia das Letras). Da mesma editora, há Para Viver um Grande Amor, na contramão do estilo de Drummond.

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.

sábado, 11 de junho de 2011

Especial Amor

Em homenagem a esse sentimento tão sublime - o AMOR - e aproveitando o ensejo do Dia dos Namorados, o Eterna Aprendiz de Mim vai dedicar vários posts, falando sobre poesia, dilemas, paixão, ciúme, tesão, separação e outras nuances do "Amor". 
Tomara que isso inspire ainda mais os corações apaixonados!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bilhetinhos


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É…..mas no dia 13 já está liberado!

Disponível em: http://www.naosalvo.com.br

Eduardo e Mônica - versão "diferente"

Gente, olha só que versão tosca, digo, caseira mas "interessante" da música Eduardo e Mônica. Sem dúvidas, muito autêntico! Confiram

Eduardo e Mônica - O Filme

A nova campanha do dia dos namorados da Vivo celebra a canção do Legião Urbana, composta por Renato Russo, que há 25 anos revive o casal mais famoso da música. O blog tinha que mostrar essa campanha linda e super atual.
(Sem querer fazer "merchand", mas já fazendo rsrsrs...) Campanhas assim merecem ser vistas e revistas por muitas vezes, quiçá por muitos anos.

Confira o vídeo!


Oração

Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as coisas que não posso aceitar, e sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tiver que matar por estarem me enchendo o saco.
Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar diretamente conectados aos sacos que terei que puxar amanhã.
Ajude-me, sempre, a dar 100% de mim no meu Trabalho… 12% na segunda-feira, 23%, na terça-feira, 40% na quarta-feira, 20% na quinta-feira, 5% na sexta-feira.
Ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco, que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo tomar … Pode ser Pepsi ? É pode ser.
Que assim seja!!!
Viva todos os dias de sua vida como se fosse o último.
Um dia, você acerta!


*Não sei quem escreveu isso não (mas como tava inspirado hein!!! tsc tsc)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pensamento do dia

"Fica, portanto a dica: se sua vida está em algum compasso de espera e você não está gostando, talvez você esteja precisando fazer algumas escolhas, tomar algumas decisões e correr para viabilizá-las – antes que o destino decida, possivelmente contra você. Faça de propósito, não espere pelo acidente!"
Augusto Campos

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Normose- A doença de ser normal

Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. Quem não se "normaliza", quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós? Quem são esses ditadores de comportamento que "exercem" tanto poder sobre nossas vidas?
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados. 
A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não se precisa ser. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer a quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?
Então, como aliviar os sintomas desta doença? Um pouco de auto-estima basta.
Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.
Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações.
Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

Michel Schimidt - Psicoterapeuta

E como dizia o poeta "Raulito":

"...Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo..."     (Raul Seixas)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Técnica Bokeh

Sabe aquelas fotos que têm uns círculos borrados no canto ou alguns pontos de luz em desfoque? Trata-se do bokeh: uma técnica de fotografia que produz elementos luminosos completamente sem foco na imagem. A palavra vem de blur, que em linguagem fotográfica corresponde exatamente à área da imagem que parece nebulosa, sem detalhes.


Muito usado para fotos mais conceituais, o bokeh costuma ter forma indefinida - na verdade, definida pela imagem - mas há especialistas adotando uma maneira muito simples de delinear contornos reconhecíveis nessas imagens. E você também pode tentar!
A técnica é super fácil. Basta cortar uma cartolina preta no formato da lente da sua câmera, fazer o formato que você quiser vazado no centro do círculo e colar o recorte em um filtro que possa ser adaptado ao seu equipamento.
Nas fotos, o formato escolhido foi de coração, mas nada impede você de fazer estrelas, nuvens, bolinhas ou qualquer outra coisa que vier à cabeça.

domingo, 5 de junho de 2011

Dia Mundial do Ambiente

O Dia Mundial do Ambiente foi criado em 5 de Junho de 1972, pela Assembleia Geral da ONU. Desde então, anualmente, o Dia Mundial do Ambiente é lembrado em todo o mundo. Mas muito há ainda a fazer. É importante que, desde já, passemos a economizar água, reciclar o lixo, cuidar das plantas... para que efetivamente tenhamos todos os dias dedicados ao Dia Mundial do Ambiente e não só o dia 5 de Junho de cada ano.

Este ano, o tema do dia comemorativo é o serviço prestado pelas florestas  – 2011 é o Ano Internacional das Florestas. O site do programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) tem uma lista de atividades programadas em cada país (em inglês).
Mas, além do que aparece na página do Pnuma, há muitas outras iniciativas ocorrendo para comemorar a data.
Marca de cerveja pede que homens deixem de se barbear. (Foto: Reprodução)Entre as propostas de atitudes que as pessoas podem tomar para ajudar o planeta há algumas inusitadas, como a de uma campanha de uma marca de cerveja americana que pede que os homens deixem de se barbear para economizar água.
Segundo a marca, cada barbear consome 19 litros de água. Até o momento, as pessoas que se comprometeram a participar economizaram 1,7 milhão de litros de água, segundo a página da cervejaria no Facebook.

Gisele Bündchen em vídeo do Pnuma que pede mobilização para o Dia Mundial do Meio Ambiente. (Foto: Reprodução)
Entre as celebridades engajadas no Dia Mundial do Ambiente, a brasileira Gisele Bündchen é uma das que participam com maior destaque. Ela aceitou um desafio do Pnuma de plantar uma árvore para cada atividade que fosse cadastrada em seu nome no site do programa da ONU. Ela compete com o ator americano Don Cheadle, além de outros famosos da Índia e da China para ver quem tem mais iniciativas cadastradas por pessoas de todo o mundo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Show Marcelo Camelo

Do jovem que escrevia “músicas de hardcore e ska que falassem de amor”, em 1999, Marcelo Camelo se tornou uma das figuras mais destacadas da primeira década do século XXI no cenário do rock nacional após o lançamento dos álbuns da banda Los Hermanos, “Bloco do Eu Sozinho” e “Ventura”, respectivamente, de 2001 e 2003. Foi com esses trabalhos que a banda passou a desfrutar de um prestígio junto à crítica e também ao público. Esses dois álbuns figuram na lista elaborada pela revista Rolling Stone dos 100 maiores discos da música brasileira. Apesar de ter suas composições gravadas por cantoras independentes do cenário nacional, foi somente após a cantora Maria Rita ter gravado quatro canções de Camelo em seu álbum de estréia, que Camelo passou a ostentar, exclusivamente, uma posição como influente compositor. De acordo com a cantora, sete canções do compositor entrariam no álbum. Decisão que foi repensada por ter demasiadas canções de um único músico.

Em 2008, após o anunciado hiato da banda, o compositor lançou seu primeiro disco intitulado ‘Sou’. O álbum, que traz uma capa-poema do artista plástico Rodrigo Linhares, foi lançado primeiramente na internet, por meio do site Sonora, do portal Terra. O disco traz 14 faixas compostas por Marcelo Camelo, sendo duas executadas exclusivamente pela pianista Clara Svener, uma das convidadas especiais do disco. Além dela, a banda paulistana Hurtmold, a cantora folk Mallu Magalhães e o sanfoneiro Dominguinhos, marcam presença no álbum. A música ‘Janta’ que conta com a participação de Magalhães, foi incluída pela Revista Rolling Stone como a melhor faixa de 2008.
Esse ano Marcelo Camelo lançou seu mais novo disco intitulado de ‘Toque Dela‘. É o seu segundo de estúdio em carreira solo. O lançamento foi no dia 5 de abril com o selo da Universal Music.
O cantor se apresentará no dia 18 de junho na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Ele cantará músicas do repertório do seu novo disco solo e, claro, prestigiará os fãs com os antigos sucessos. 

O carioca  tem deixado saudade desde a última vez em que esteve em Fortaleza, no ano passado, juntamente com os Los Hermanos, no Ceará Music.

O show promete uma estrutura super especial, com Lounge Tapete Vermelho, que será produzido pelo Órbita Bar. Eu vou! E você?



Marcelo Camelo - Lançando o CD "Toque Dela"
18 de Junho na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Abertura dos Portões - 19 Horas
Preços: R$25,00 pista e R$ 50,00 Órbita Bar Lounge (Espaço decorado pela Órbita e ingresso com direito a um “AFTER” na casa após o show)

PONTOS DE VENDA
  • Loja Yoggi 
              Av. Dom Luis,863 - Aldeota
              Horario de funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos, das 12h às 22h.

  • Órbita Bar
              Rua Dragão do Mar, 207 - Praia de Iracema
              Horario de funcionamento: segunda à sexta de 8h às 17h.

  • Empire Records
              Joaquim Torres,37-A - Piedade (próximo ao Colégio Salesiano da Av.Antonio Sales)
              Horario de funcionamento: 8h às 12h e 13h às 18h